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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Biba


Resolvemos ter um novo cão após passar o fim de semana em uma chacara e ver nossa filha passar todo o tempo atrás da poodle toy da minha cunhada.
Como a minha Paguzinha havia crescido mais do que o meu marido considerava como o tamanho ideal de um cão, logo começamos a procurar um novo "cãopanheiro" para a Pagú e para minha filha.
Encontrei um anúncio de doação de uma cadela mestiça shi-tzu, depois de uma semana de conversação marcamos tudo, iríamos adota-lá.
Mas a lei de Murphy, a tal lei de Murphy...
Um dia antes de buscarmos a cadelinha, o carro da empresa foi solicitado para aquele final de semana, e quando fui explicar para a protetora, ela achou que era uma forma de desistência e disse:
─É melhor assim, e inclusive já existe outra família interessada nela.
Fiquei paralisada, não consegui dizer que eu não estava desistindo.
Fiquei desolada.
Não sou a favor de comprar animais mas depois de me ver tão triste meu marido resolveu me comprar um e eu aceitei.
Procuramos em vão todos os cães que achamos de raça pequena já estavam reservados e os grandes não cabiam no nosso quintal ou no bolso.
Mas a noite o telefone tocou, era a protetora muito triste. A família que tinha adotado Penélope, a cadelinha, havia devolvido-a depois de leva-la ao veterinário porque este disse que ela era muito grande para ser uma mestiça de shi-tzu.
Dessa vez o destino conspirou a favor, o carro foi devolvido antes do combinado e no dia seguinte a cadelinha já estava em casa, mas agora chamava-se Biba, homenagem ao personagem preferido da minha filha do Castelo-Rá-Tim-Bum

2 comentários:

Felina disse...

seres humanos e seus tolos preconceitos, que bom q deu certo pra vcs!!!

Andrea Sassaki disse...

Linda!!!